Capilar / Cabelo, Barba e Sobrancelha

Transplante Capilar em Divinópolis

Proposta individualizada, técnicas avançadas sem raspagem e com fio longo, e acompanhamento pós-cirúrgico completo.

Agendar avaliação para transplante

5,069 avaliações da clínica no GoogleRua Cel. João Notini, 256 - Centro
Dr. Thomaz Duca durante um transplante capilar

Um transplante começa muito antes da cirurgia

O resultado de um transplante capilar depende de uma sequência de decisões: diagnóstico correto, avaliação da área doadora, desenho da linha frontal, planejamento da distribuição dos enxertos e acompanhamento após o procedimento.

Por isso, a indicação não começa pela cirurgia. Começa entendendo o padrão de perda capilar, a evolução esperada da condição e o que é possível alcançar respeitando as características individuais de cada paciente.

Para quem o transplante pode ser considerado?

  • pacientes que passaram por transplante prévio e estão insatisfeitos com o resultado atual por algum motivo;
  • pacientes com áreas de perda capilar permanente e área doadora adequada;
  • casos de alopecias reversíveis e mesmo as cicatriciais irreversíveis, com o tratamento adequado após avaliação clínica;
  • pacientes que já acompanham a queda clinicamente e desejam discutir ganho de cobertura ou redesenho da linha frontal;
  • pessoas que compreendem que o procedimento redistribui folículos existentes e que a disponibilidade da área doadora é limitada.

Quer saber se o transplante é indicado para o seu caso?

Agendar avaliação para transplante

Como funciona o planejamento

  1. 01

    Avaliação da área receptora e da área doadora

    O cirurgião confirma o diagnóstico da causa da queda de cabelo e avalia se o transplante capilar é de fato o próximo passo.

    A região doadora é analisada quanto à densidade, qualidade dos fios, estabilidade e relação com a área que se pretende cobrir. A quantidade de unidades foliculares disponíveis influencia diretamente o planejamento.

  2. 02

    Exames de risco cirúrgico e avaliação pré-anestésica

    O paciente realiza uma bateria de exames, usados para a triagem de risco. Em seguida, passa por consulta com o anestesiologista responsável na clínica, que indica se a cirurgia será feita em ambiente hospitalar ou ambulatorial, com sedação profunda ou leve. Tudo isso para garantir a segurança do paciente em primeiro lugar.

  3. 03

    Planejamento cirúrgico

    Próximo à cirurgia, é feita uma proposta de abordagem da área receptora dos enxertos. O Dr. Thomaz esboça o desenho da linha do cabelo com referências anatômicas e de visagismo e, em escuta ativa com o paciente, chega em consenso a um desenho técnico, que é respeitado no momento da cirurgia.

    O alinhamento entre as expectativas do médico e do paciente é um passo fundamental para o sucesso da cirurgia.

  4. 04

    Realização do procedimento

    O Dr. Thomaz utiliza técnicas cirúrgicas modernas. Em cada momento da cirurgia, elas podem ser utilizadas ou não, a depender de cada caso:

    Extração FUE (follicular unit extraction), sempre. Extração individual de cada folículo, deixando microcicatrizes, com recuperação rápida e dano tecidual mínimo.

    No-shave (sem raspagem). Técnica de extração FUE sem raspar o cabelo do paciente. Indicada em casos restritos.

    Long-hair (fio longo). Além de não raspar o cabelo, o fio é extraído com o comprimento preservado, o que permite ao paciente uma prévia do resultado final logo após a cirurgia. Limitada a casos muito específicos e de pouco volume.

    Implantação com pinças. São feitas pré-incisões no couro cabeludo, em número compatível com o de folículos extraídos. Em seguida, cada folículo é posicionado com pinças pelas técnicas que compõem a equipe.

    DHI (direct hair implantation). Implantação com instrumentos implanters, que perfuram o tecido e posicionam o folículo no mesmo momento. Isso evita manipulação excessiva e favorece a sobrevida dos enxertos.

  5. 05

    Acompanhamento pós-cirúrgico

    A jornada do transplante não termina na cirurgia. O paciente pode optar por um tratamento pós-operatório mínimo de 6 meses ou completo de 12 meses, com sessões mensais de intradermoterapia: procedimentos que favorecem a sobrevida dos enxertos e reforçam os cabelos nativos, aqueles que ainda resistem à calvície na região a ser coberta.

    O resultado surge aos poucos, entre 6 e 12 meses após a cirurgia, e o paciente acompanha todo o processo com fotos, suporte médico e assistência integral.

Transplante e tratamento clínico se complementam

O transplante redistribui folículos, mas não interrompe automaticamente a evolução da condição que causou a perda dos cabelos não transplantados.

Quando indicado, o acompanhamento clínico da alopecia pode continuar antes e depois da cirurgia para cuidar dos fios nativos e da saúde do couro cabeludo. Conheça o tratamento clínico capilar.

Dr. Thomaz Duca

Quem vai cuidar de você

Dr. Thomaz Duca

Médico com atuação em Tricologia e Transplante CapilarCRM-MG 95160

Médico formado pela Universidade de Itaúna, com pós-graduação lato sensu em Tricologia Médica e formação complementar prática na área de transplante capilar.

Atua na avaliação da queda, planejamento da área doadora e receptora, realização do transplante e acompanhamento clínico do paciente.

Cada caso exige um planejamento diferente

A melhor forma de saber se o transplante é indicado é avaliar diagnóstico, área doadora, padrão de perda e expectativa de resultado.

Agendar avaliação para transplante